26 de novembro de 2012


"Profunzel", de Jaine Priscila.


A mulher, com cara de menina, era uma estudante do curso de pedagogia, nascida em uma cidade tranquila, na década de 90 e que ali vivera até os últimos dias de sua vida. Com seus cabelos negros e longos, sempre os usava de uma forma trançada para o lado, na sala de aula que atuava atraia os olhares do alunado, que ao se depararem com algumas histórias de princesas, e usar da imaginação bastante explorada, percebem que a personagem do conto se parecia com a professora e passaram a chama-la de Rapunzel, pois ambas tinham os cabelos longos.  E assim, sempre que os alunos viam a professora a comparavam com a personagem.
Os seus vinte e poucos anos não eram poucos em comparação ao que tinha sentindo radiante em seus olhos, dirigindo uma classe, sendo o espelho daquelas crianças, no qual poderiam morar para sempre em sua vida. Por sua feliz aparência e inúmeras qualidades, certamente, uma futura grande amizade ali sugeria. Emocionante é pensar a sua história como conto, até porque quem nunca pensou viver um.
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