Amanhã, assim como
todos os dias da semana, levantarei cedo, e exatamente as 06:20 tenho
que está na parada de ônibus, mas a espera do transporte alternativo que
exatamente neste horário passa no local onde pego.
O alternativo é dirigido por um motorista bem jovem, de
cabelos pretos, usando um óculos “fundo de garrafa”, acompanhado por um
cobrador que tem o cabelo cortado no estilo “moicano”, pintado de loiro e com
as unhas imensas e sujas, que como “bauru” e toma Coca-cola às 6 horas da manhã
todo santo dia. Porém, sempre são simpáticos no “bom dia” que me dão ao entrar
no transporte.
O mais contraditório das minhas manhãs indo ao trabalho no
Parque das Dunas, que fica a 20 quilômetros de distância da minha casa, é
esperar o bendito alternativo próximo a uma praça de taxi. Esta, logo cedo está cheia de
taxistas que fumam na calçada do Hospital da Liga Contra o Câncer, sempre
discutindo assuntos aleatórios, com piadas sem graça, e de quebra, me fazendo
fumar sem querer.
Não sei se o que me irrita mais é a catinga do cigarro dos
taxistas “empreguinado” no meu cabelo, ou ver o cobrados com as unhas sebosas
comendo , ou escutando Banda Grafith os 20 quilômetros (40 minutos) até chegar
na minha escola.


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